O gás natural veicular (GNV) ficará até 6,4% mais barato no estado do Rio de Janeiro a partir de segunda-feira, 1º de junho de 2026. A redução é resultado de um acordo firmado entre o governo estadual, a Petrobras e a Naturgy, concessionária de distribuição de gás, e também abrange o gás de cozinha encanado e o combustível para uso industrial.
O alívio chega em boa hora para motoristas que usam GNV como alternativa à gasolina, especialmente taxistas, motoristas de aplicativo e profissionais autônomos que dependem do veículo para trabalhar.
Além do GNV, os preços do gás encanado residencial e do gás industrial também serão reduzidos, ampliando o impacto positivo para famílias e pequenos negócios conectados à rede de distribuição.
O acordo envolve três partes: o governo do estado do Rio de Janeiro, a Petrobras, produtora do gás, e a Naturgy, responsável pela distribuição. A negociação tripartite foi essencial para viabilizar os novos preços ao consumidor final.
Para quem abastece com GNV, a economia pode ser sentida já na primeira parada ao posto a partir de segunda-feira. Em um veículo com tanque de 15 metros cúbicos, a redução pode representar alguns reais a menos por abastecimento, valor que se acumula ao longo do mês.
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O GNV já é historicamente mais barato que a gasolina e o etanol por quilômetro rodado. Com essa nova redução, a vantagem do combustível a gás sobre os concorrentes líquidos deve se ampliar ainda mais no estado.
A medida é bem-vinda num contexto em que a inflação ainda pressiona o orçamento das famílias brasileiras. O governo federal estima a inflação de 2026 em 4,5%, no limite da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional.
Para os consumidores residenciais com gás encanado, a redução também representa um respiro, ainda que menor. O gás de cozinha encanado é utilizado por moradores de regiões metropolitanas e condomínios que não dependem do botijão.
A Naturgy é a concessionária responsável pela distribuição de gás natural no Rio de Janeiro e atende clientes residenciais, comerciais e industriais. A empresa operacionaliza o acordo por meio das redes de dutos já instaladas no estado.
Não há informação oficial sobre o prazo de vigência dos novos preços. O acordo pode ser revisto caso as condições de produção ou distribuição se alterem significativamente, a critério das partes envolvidas.










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