A fintech brasileira Barte triplicou seu faturamento em menos de um ano. Em outubro de 2024, a receita anualizada era de cerca de R$ 50 milhões. Em julho de 2025, o número saltou para R$ 150 milhões, segundo informações publicadas pelo portal Investalk. O desempenho acelerado reforça o potencial da empresa em um setor cada vez mais competitivo.
De acordo com o levantamento, esse crescimento coloca a fintech na rota para atingir uma avaliação superior a R$ 1 bilhão, entrando no seleto grupo de potenciais unicórnios brasileiros.
O salto foi impulsionado pela diversificação de produtos financeiros, como conta de rendimento, cartão de crédito e antecipação de recebíveis, já utilizados por aproximadamente um terço da base de clientes.
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Como a Barte conseguiu triplicar a receita em menos de um ano?
A fintech expandiu seu portfólio com soluções financeiras de alta demanda, incluindo conta de rendimento, cartão de crédito e antecipação de recebíveis. Esses serviços ganharam rápida adesão entre os clientes, representando cerca de 33% da base total. Com isso, a empresa conseguiu crescer de forma acelerada sem depender de novas rodadas de investimento no curto prazo.
Estratégia baseada em produtos digitais
Fundada em 2021, a Barte nasceu com foco em oferecer infraestrutura de pagamentos para empresas e consumidores. A estratégia de crescimento foi pautada no lançamento ágil de novos produtos, aproveitando a base já existente de clientes.
Ao contrário de muitas startups que queimam caixa em busca de escala, a fintech manteve o modelo de negócios ajustado, o que permitiu crescer com sustentabilidade.
Além da receita triplicada, a Barte fortaleceu sua atuação tanto no B2B quanto no B2C, explorando nichos com grande demanda no mercado brasileiro.
O plano agora é continuar expandindo sua base de clientes e consolidar o portfólio, ao mesmo tempo em que avalia levantar uma nova rodada de capital dentro de 12 a 18 meses.
Fintechs em alta no Brasil
O sucesso da Barte ilustra uma tendência mais ampla: o fortalecimento das fintechs no mercado nacional. Com o avanço da digitalização e o aumento do consumo de serviços financeiros digitais, startups desse setor têm se destacado com crescimento acelerado.
Dados recentes da Abstartups indicam que o Brasil já reúne mais de 1.500 fintechs em operação, consolidando o país como um dos maiores polos de inovação financeira da América Latina.
Conclusão
A trajetória da Barte mostra como inovação e diversificação de produtos podem transformar uma fintech em poucos meses. O faturamento triplicado em menos de um ano evidencia que soluções simples e acessíveis ainda têm grande espaço no mercado brasileiro.
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